Aconteceu: Garoto tem cabeça cortada e volta a dirigir

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Mais uma notícia da Inglaterra (país oficial das esquisitices!). Porém, além de esquisita, essa notícia tem um aspecto interessante, pois, demonstra os avanços da ciência na cura de acidentes que antes eram considerados fatais.

E cá entre nós, é bem mais útil empregar as mentes científicas inglesas (ou de qualquer outro país) com questões como a retratada abaixo, do que com pesquisas sobre o “sexo dos anjos”… Ou seja, coisas como “homens tem mais neurônios que mulheres”, “O tamanho do seu polegar indica se você tem tendências homicidas”, “Homens que bebem tem mais tendência a ficarem bêbados”.. e por aí vai…

Garoto que sofreu ‘decapitação interna’ volta a dirigir

Um adolescente de 14 anos que sobreviveu a uma “decapitação interna” – ele teve o crânio separado do restante do esqueleto após um acidente com um carro de corrida – está de volta ao volante.

Chris Stewart tinha 12 anos quando o Mini-cooper que dirigia se chocou contra uma barreira durante uma corrida júnior no condado de Hampshire, sul da Inglaterra, em setembro de 2006.

Com o impacto, seu crânio e pescoço foram separados e a cabeça ficou presa ao corpo somente por pele e músculo.

Em uma cirurgia que durou mais de seis horas, os médicos tiveram de usar pinos e placas de titânio para conectar novamente as duas partes.

Este foi o sexto caso conhecido de sobrevivência a esse tipo de incidente, disseram os médicos. Em situações semelhantes, os pacientes ficaram paralíticos.

“A recuperação não pode ser descrita como algo menos que um milagre”, disse a mãe do menino, Debbie, 43 anos.

Foram necessários nove meses para que Chris, cujas chances de sobrevivência não superavam 10%, voltasse a falar e se alimentar, já que sua língua também se partiu na base.

Ele conseguiu voltar a andar pouco depois do acidente, e agora os médicos deram o sinal verde para que voltasse também ao banco do motorista.

Mas a mãe o proibiu de dirigir carros de corrida. Chris já visitou três vezes neste ano uma pista de kart perto de sua casa.

“É uma recuperação sem igual. Algo que nunca teríamos contemplado em setembro de 2006”, disse Debbie.

“Eu ainda tenho dificuldade de entender às vezes, e fico emocionada de estar perto dele sabendo que temos sorte de ainda tê-lo.”

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