Aconteceu: Agência ajuda a pular a cerca e se safar!

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Seguindo a lógica de que “o que os olhos não vêem o coração não sente”, uma agência da América do Norte se especializou em possibilitar que traidores, infiéis e puladores de cerca em geral possam dar suas escapadinhas sem medo de serem pegos no flagrante ou num furo deixada no processo.

O próximo passo será criar o serviço que ensina a ser corno,  mas eu acho que já tem gente usando esse e não sabe… Talvez até esteja inscrito nos dois serviços ao mesmo tempo…rs

Segue abaixo a reportagem retirada do jornal “O Dia”.

Se usasse os serviços da agência não passaria por isso...

Se usasse os serviços da agência não passaria por isso...

Agência faz sucesso ajudando casados a ‘pular a cerca’

POR JOÃO RICARDO GONÇALVES, RIO DE JANEIRO

Rio – ‘A vida é curta. Tenha um caso’. Este é o slogan da Ashley Madison, em Toronto, no Canadá, a primeira agência famosa por organizar encontros entre pessoas casadas, através de um site e torpedos de celular. A julgar pelo número de clientes — nos últimos 12 meses cresceu de um milhão para 3,6 milhões nos EUA e Canadá —, os donos da empresa acertaram em cheio ao apostar no mercado de “venda de chifres”.

A empresa funciona desde 2002, vendendo pacotes de créditos por determinada quantia. Ao enviar cada e-mail procurando companhia para outros assinantes, por exemplo, o usuário ‘gasta’ cinco créditos. O mesmo sistema vale para participar de salas de bate-papo e trocar torpedos. O serviço mais novo, o de mensagens por celular, acaba de ser lançado e tem como slogan ‘Sexo na palma das Mãos’.

Usuários que entram nas salas põem fotos supostamente de si mesmo, com rostos borrados. “A maioria dos homens que vi no site se dizia firmemente ligada às esposas. Nenhum queria atrapalhar seu ritmo familiar: queriam um ‘extra’. Mas quando definiam o que era o ‘extra’, parecia mais do que simplesmente um rabo de saia. As visões eram românticas e emocionais”, definiu a jornalista Patricia Person, da revista ‘Toronto Life’.

 

SEM ESTIGMA DE TRAIDOR

Já para um usuário de 52 anos que preferiu não se identificar para matéria do site ‘Npr.org’, a grande vantagem da agência é não ter que esconder o estado civil: “As cartas estão na mesa. Não é como você ir para um site de solteiros, onde há o estigma de você ser um traidor e isso não é visto bem”.

Mas nem todo mundo vê a empresa de forma tão positiva. Muitas vezes, a Ashley Madison é barrada nos intervalos comerciais de grandes redes de TV. Também pudera: ano passado, quando o então governador de Nova York, Eliot Spitzer, se envolveu num escândalo com garota de programa, a agência anunciou, em uma página inteira de um tabloide: “Nós te avisamos”. A propaganda sugeria que, se o político procurasse a empresa, não teria sido descoberto. Em outra peça publicitária polêmica, a empresa pôs uma bela mulher com a inscrição “Quem você estará fazendo depois do jogo?”. A pergunta se referia ao SuperBowl, final do campeonato de futebol americano.

Casado administra o negócio

Apesar de fazer sucesso ajudando homens e mulheres casados a pular a cerca, a agência é administrada por um homem casado e pai de dois filhos. Noel Biderman, 36, garante que não trai a mulher, mas diz não ter dilemas morais por promover adultérios: “É um negócio como outro qualquer: uma necessidade do mercado”, explica. “A iniciativa veio após uma pesquisa que indicou que 30% dos usuários que frequentam sites de encontros são comprometidos e têm que mentir sobre seu estado civil.”

 

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