Aconteceu: Mais um exemplo de intolerância religiosa

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Não é segredo pra ninguém que eu sou partidário da filosofia do “cada um no seu cada um e deixa o cada um dos outros”.. Por isso, sou radicalmente contra posturas que visem coagir os outros ou que ataquem a liberdade de credo, expressão e coisas do tipo.

Não que eu ache que uma pessoa possa sacrificar a outra em nome de sua religião ou que um cara esteja certo em grita palavrões ao lado de velhas e crianças. Mas eu acho que se o cara quer ser muçulmano, católico, evangélico, agnóstico, ateu ou mesmo jedi, ninguém terá nada a ver com isso.

Bom, a notícia abaixo é sobre uma senhora que levou ao pé da letra a expressão muito usada em algumas igrejas evangélicas: “Queima em nome do Senhor!”

Pensei até em fazer umas piadas sobre o assunto, mas acho que não cabiam no post de hoje. Então leiam e tirem suas próprias conclusões. Até a próxima!

Pastora de igreja tenta atear fogo em umbandista no Rio

01 de maio de 2009 • 04h50 •

Uma pastora da Assembléia de Deus agrediu uma umbandista em Pilares, zona norte do Rio de Janeiro. Nádia Pereira usou um banco de madeira para atacar Cirene Dark e ainda tentou atear fogo na vítima. O motivo seria uma homenagem a uma entidade da umbanda.

O caso foi registrado na 24º DP (Piedade) como cárcere privado, lesão corporal ou tentativa de homicídio, tentativa de incêndio e intolerância religiosa. Cirene será ouvida novamente.

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