
Ciganas dançam sobre a grama verde
O vinho, outrora gelado, aquece agora suavemente
Os cabelos cacheados brincam ao vento
E os lábios vermelhos se riem displicentemente
Quisera eu que fossem apenas mulheres, mas não o são
São idéias que brotam em minha mente
E as quais já não lhe cabem mais…
Sedutoras, irresistíveis e incansáveis, querem sempre mais
Saem pela minha boca em busca de outros acampamentos
Cabeças férteis, ouvidos abertos, corações inceryos…
Idéias ciganas que não me pertecem
Seduzam o mundo e arrebentem os grilhões que ainda nos prendem!
agosto 28, 2010 às 10:36 pm |
Primo, vc está muito chique!!!!!
Poema foda!!!!!
outubro 9, 2010 às 8:32 pm |
Quando publicará um livro de poesias?
Com essa profundidade, essa leveza e essa sutileza você não pode demorar a contribuir como ele alimento que é a poesia…Parabéns adorei!
outubro 12, 2010 às 5:28 pm |
Olha.. até o memonto eu não havia pensado nisso..
Quem sabe eu não consigo ir juntando um materialzinho pra tentar isso mais pra frente?
Valeu pela força pessoal!